#update-nag, .update-nag { display: none !important; }
Home > Notícias > Novembro Azul, uma mobilização para salvar vidas

Novembro Azul, uma mobilização para salvar vidas

O câncer de próstata é o foco de mais uma edição da campanha Novembro Azul, organizada pela Sociedade Brasileira de Urologia. A Sociedade Paranaense de Reumatologia apoia esta campanha.

Depois do câncer de pele, o câncer de próstata é a neoplasia mais comum em homens. As estimativas do Instituto Nacional de Câncer, para 2016/2017, são de 61.200 novos casos de câncer de próstata.

Cerca de 1 em 7 homens será diagnosticado com câncer de próstata durante a vida.

O câncer de próstata ocorre principalmente em homens mais velhos. Cerca de 6 em cada 10 casos são diagnosticados em homens com mais de 65 anos, sendo raro antes dos 40 anos. A média de idade no momento do diagnóstico é de 66 anos.

O câncer de próstata é a terceira principal causa de morte por câncer em homens, seguido apenas pelo câncer de pulmão e o câncer colorretal. Cerca de 1 homem em 39 morrerá de câncer de próstata.

Inegavelmente o câncer de próstata é uma realidade extremamente presente na vida dos brasileiros, porém o maior desafio que reside no trabalho de prevenção ainda é superar o preconceito que existe entre os homens em realizar os exames.

Os aspectos culturais, como o machismo, têm impacto no diagnóstico e controle da doença, muitas vezes associada com a perda da virilidade. Como consequência, há o isolamento e a baixa autoestima do paciente que, não raro, tem dificuldade para buscar ajuda e médica e durante o tratamento precisa se afastar das atividades laborais.

Quando detectado precocemente o câncer de próstata possui tratamento com bons índices de resultados, porém na fase inicial a doença basicamente não possui sintomas, o que torna imprescindível a realização dos exames. É indicado que a partir dos 50 anos de idade o homem realize uma vez por ano os exames, mas em casos de histórico familiar o ideal é que se comece a realizar a prevenção a partir dos 45 anos.

PREVENÇÃO – Atualmente as formas mais comuns indicadas pelos médicos são os exames de sangue para medir os níveis de antígeno prostático específico (PSA), realizado em laboratórios, e o toque retal, que leva menos de um minuto e que verifica o tamanho da próstata. A realização dos dois exames é considerada a ideal para um diagnóstico mais preciso.