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Osteoporose

O que é?

Osteoporose é uma doença que causa enfraquecimento dos ossos do corpo todo. Isso não causa dor, a não ser que o osso, de tão fraco, quebre. Os lugares mais frequentes de fraturas por osteoporose são punho, fêmur e vértebras (coluna), geralmente com traumas de baixo impacto, como escorregar e cair no chão.

Quem pode ter?

Mais comum em mulheres do que homens, e muito comum em mulheres depois da menopausa (quando acabam os hormônios). Quando acontece em pessoas jovens, deve-se investigar uma causa secundária, ou seja, alguma doença que esteja causando o enfraquecimento dos ossos.

Qual a causa?

A perda dos hormônios na menopausa faz com que os ossos enfraqueçam. Outras causas são baixa ingestão de cálcio, baixos níveis de vitamina D (colecalciferol), doença celíaca e outras doenças que impeçam a correta absorção de cálcio no intestino, alcoolismo, tabagismo, uso prolongado de corticóides, uso prolongado de anticonvulsivantes, problema familiar de osteoporose, menopausa precoce (falta de hormônios), problemas nos rins, problemas no fígado e doenças da paratireóide (glândulas que ficam do lado da tireóide).

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito pela densitometria óssea, que mede a densidade dos ossos. Esse exame é indicado em mulheres após a menopausa, e em homens após os 65 anos de idade.

Quais as chances de uma pessoa com osteoporose quebrar um osso?

A chance de quebrar um osso por osteoporose depende de vários fatores. Quem tem maior risco: a pessoa que cai muito (por tontura, problemas de visão ou problemas para caminhar); os fumantes; as pessoas que usam muito corticóide (mais do que 7,5 mg de prednisona por mais de 3 meses); pessoas que têm histórico de fratura em algum familiar (mãe, pai, irmão); pessoas sedentárias; aquelas que têm baixos níveis de cálcio e vitamina D. Por isso, não é só o resultado do exame de densitometria que determina o risco de quebrar um osso.

Como é o tratamento?

O tratamento baseia-se primeiramente em evitar quedas: retirar tapetes de casa, instalar antiderrapantes e apoios principalmente no banheiro, não subir em banquetas, corrigir problemas de visão (estar com os óculos “em dia”), evitar remédios que causem tontura (como remédios para dormir).
Também é importante a reposição de cálcio e vitamina D (os “tijolos” do osso) e os remédios para evitar o enfraquecimento dos ossos: os bisfosfonatos (existem vários tipos, como alendronato, ibandronato, risedronato e ácido zoledrônico), o raloxifeno, e remédios que ajudam a construir ossos mais fortes, como o ranelato de estrôncio e a teriparatida. Cada um tem sua indicação, modo de uso e tempo de uso específicos. O médico é quem analisa caso a caso para decidir pelo melhor tratamento para cada paciente. O exercício físico com baixo impacto (caminhada, musculação, bicicleta) também é imprescindível para o fortalecimento do esqueleto.

Quais as consequências?

A conseqüência da osteoporose é a fratura óssea, ou seja, um osso quebrado. Essa fratura pode ser por baixo impacto, ou seja, um simples tropeço no tapete ou escorregar na calçada. As fraturas no osso causam dores fortes, imobilização prolongada, incapacidade de andar (no caso do fêmur) e deformidades (“corcunda”, no caso de fraturas de vértebras). Pessoas idosas que ficam imobilizadas por fratura de quadril apresentam uma grande mortalidade, por pneumonias e outras complicações.

 

Em todas as doenças aqui apresentadas, a consulta ao especialista é imprescindível. Procure seu reumatologista mais próximo aqui