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Reumatologista da SPR vão ao Congresso Brasileiro, em Florianópolis

Cerca de 150 reumatologista da SPR vão ao Congresso Brasileiro de Reumatologia, em Florianópolis, de 13 a 16 de setembro.congresso brasileiro de reumato p
Florianópolis, capital de Santa Catarina, recebe na próxima semana, de 13 a 16 de setembro, mais de 2 mil médicos do Brasil e do mundo para o 34º Congresso Brasileiro de Reumatologia. Do Paraná estão inscritos cerca de 150 filiados à Sociedade Paranaense de Reumatologia (SPR), incluindo o presidente, Marco Rocha Loures que, no sábado (16) falará sobre ‘Osteoporose induzida por corticosteroides’. “Nosso objetivo é que cada colega que estará participando deste congresso tenha a oportunidade de crescimento, desenvolvimento e aperfeiçoamento, trazendo para o Paraná uma maior experiência e melhorando ainda mais o atendimento que prestam”, explicou Loures.
Também estarão participando do evento, ministrando cursos, fazendo palestras, debates e mesas redondas, médicos de renome internacional como Josef Smolen (Áustria), Joel Kremer (Estados Unidos), John Stone (Estados Unidos), Michael R. McClung (Estados Unidos), Murray Urowitz (Canadá) e Yehuda Shoenfeld (Israel).
Os reumatologistas participantes terão a oportunidade de compartilhar experiências e avanços nos tratamentos de aproximadamente 120 doenças que afetam, principalmente, as articulações, os sistemas respiratório e gastrointestinal, pele, entre outras partes do corpo.
Dados do Ministério da Saúde mostram que mais de 15 milhões de brasileiros têm algum tipo de doença reumatológica e, entre elas, as mais comuns são artrose, artrite reumatoide, lúpus, gota, osteoporose e fibromialgia. Estas doenças não têm cura, mas o tratamento, quando acompanhado por especialistas, tende a diminuir a gravidade e o impacto na qualidade de vida dos pacientes.
Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), que promove o Congresso, a artrite reumatoide, doença que provoca inflamação nas juntas, atinge 1% da população brasileira. A osteoporose acomete 1 em cada 3 mulheres em todo o mundo e a fibromialgia atinge 3% da população. As doenças reumatológicas geram impacto na saúde pública nacional porque podem provocar o afastamento temporário do trabalho e também a aposentadoria precoce por invalidez.